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“Medo eu não te quero mais” - Vamos tomar um chá?

A vida sempre leva você para onde você precisa estar. Neste exato momento, onde você está? O que está vivendo? Quais relações? Como você tem percebido tudo isso?

Você pode considerar que não há segurança, prazer; que há preocupação, tensão, medo; que há injustiça, revolta, indignação, enfim, que você não tem sentido satisfação... E se soltar nos braços da vida? Nem pensar, não é? 

Tá legal... Vamos prosseguir juntos por estas linhas...

Esta certeza eu posso te dar! Muitos conquistaram e continuam conquistando essa convicção – e sou um destes, (e eu aposto que você chegará à mesma certeza): a vida flui para a harmonia, a abundância e a paz.

A interpretação – o como a vida é compreendida – é que faz com que o sofrimento se configure.  Não há entrega, não há confiança. A gente não se entrega para a vida porque parece assustador não controlar...

Que tal se soltar?  É muito bom!

Tenho dois convites a você: que tal tomarmos um chá perfumado e também uma boa dose de fé? Você aceita meus convites?

Sabe que quando a gente sofre, é muito comum perceber que estamos lutando, tentando controlar, buscando garantias, rejeitando alguma coisa...

Muita luta... Muita, muita luta... Gente, é muita tentativa de controlar, de garantir... Lutando vivemos inseguros e repletos de dúvidas... Se soltar convoca a Fé.

Quando a gente se solta, se entrega e exercita a fé,a luta vai perdendo o sentido... E, à medida em que pacificamos, tudo vai entrando nos eixos. Finalmente vamos conhecendo a Harmonia.

Quer segurança? Procure dentro de você e em suas ações... Segurança é se soltar nos braços da Vida... é como se jogar no colinho de Deus... E, fala sério: que colinho mais fantástico e delicioso, não?

Nenhum tesouro da Terra pode proporcionar a segurança do SER. A vida é segura, e se soltar em seus braços é delicioso e renovador...

Vamos lá... Se solta... Vai te fazer um bem danado de bom!

E o chá? Quando você quiser...

Um abraço, do amigo Lucius Augustus, IN.

Desejo, Caminho e Prazer (Resoluções III)

E tratando das resoluções, ainda há o que falar... E muito... Afinal, estamos considerando sua realização.

Veja só que interessante: desejo, objetivo, planejamento e caminho. Ponto de partida, ponto de chegada, uma reta que liga esses dois pontos e, finalmente, o modo de percorrer essa reta de um ponto a outro. Fácil, não?




O desejo representa a impressão de antecipação de um prazer, e por si só já estimula a motivação. Fiquemos atentos para transformar o desejo em um objetivo e tracemos um plano ou uma estratégia para conquistarmos nosso objetivo.

Ao longo do trajeto, além da realização proporcionada pelo mesmo, basta uma rememoração do prazer idealizado, para dar forças à motivação de prosseguir.

Não deixemos as resoluções no território dos desejos, tão somente. Ousados, vamos além: alcancemos o território das ações e das realizações. 

Nesse território, aja de acordo com suas disposições de realizar o que definiu, mas aprecie o trajeto (Muitas vezes caminhar proporciona mais satisfação do que a chegada ao ponto definido como objetivo).

Você, ao longo do caminho entre definição e objetivo seguirá, ao mesmo tempo, por duas vias: a da fé e a da ação. A positividade e o otimismo associados às perspectivas para o ano novo (que estão no campo da fé) e o traçado de um plano que liga um desejo a um objetivo (que estão no campo da ação), são as vias de edificação de um futuro próspero, saudável e feliz.

Acredite: este ano será formidável.  Feliz 2012!!!

Um forte e afetuoso abraço, do amigo Lucius Augustus, IN.

Dessa vez vai ser diferente (Resoluções II)


O ano novo é como uma gigantesca segunda feira. Momentos para os quais lançamos nossas metas de resolução, edificação e efetivação do que nos importa, como a barriguinha adquirida nos comes e bebes do final de semana, que precisa...zapt... Sumir.

Iniciamos um novo ano, e com ele uma expectativa de melhores momentos, de esperança, de otimismo.  E sendo uma enorme segunda feira, já estamos no tempo de realizarmos nossas definições.

Xiii... Mas essa história já é conhecida... A lista das resoluções parece única, simples e não há dúvida que cumpriremos todos os itens. Ou será que há duvidas?

Via de regra, nossas listas se transformam em tentativas de promessa cada vez mais potentes: “não! Dessa vez será diferente!! Vou realizar cada item, “TIM TIM por TIM TIM”.

Ok, não duvido... Mas sei que é difícil, e, por isso mesmo, resolvi participar contigo da realização do que importa para você, potencializando suas chances de ir até o fim em cada item da lista.

Vejamos o que pode nos ajudar:

- As metas precisam ser realizáveis, viáveis, realistas;
- Cumpri-las precisa ser gostoso, e não uma obrigação;
- Elas serão frutos conquistados ao longo de 2012, então curta a viagem;
- Afaste de você cobranças, imposições... Sem pressão, ok?;
- Versatilidade e flexibilidade são suas aliadas... Sem rigidez, ok?
- Lembre-se da importância que você deu para que um item fosse escolhido.

Os primeiros passos sempre são os mais difíceis, mas é da nossa natureza mais íntima: persistir. Então dê os primeiros passos, só isso. Naturalmente você andará, correrá e terá êxito com suas definições.

Torço por você. Acredito em você . Acredite em você, você também!
(só os primeiros passos, ok?)

Um grande abraço, do amigo Lucius Augustus, IN.


Quer sentir alívio agora? Uma questão de Fé

A fé nos convida a acreditar naquilo que não está realizado, às vezes no improvável, às vezes até no impossível.  Trata-se de uma atitude. A fé requer humildade, a humildade que identifica a própria ignorância e sua frágil condição.

Sem a humildade, há a arrogância de considerar a não-fé, de propor a dúvida, de propor  a necessidade de comprovação para que a fé seja validada. Se a comprovação valida a fé, a fé não existe mais, não é? Como teremos fé em um fato realizado? Nós temos fé sem provas, por entrega, por humildade. Compreende?

Assim como a humildade, tão importante é a confiança. Sabe a confiança que existe entre duas pessoas que se estimam, digamos , entre dois amigos?  Basicamente essa classe de confiança, no mínimo.

Como um amigo pode ter certeza de que o outro é ‘honestamente sincero’? Tendo certeza... Simples assim. Como é possível provar, ou demonstrar a existência dessa sinceridade? Não é possível. Se o amigo puser à prova a sinceridade do seu amigo, é como se deixasse de ser o amigo, pois partiria da dúvida e da desconfiança dele. Seria o mesmo que aniquilar o que se quer provar, demonstrar. Confiança... Requer um tanto de entrega.

A fé é como um farol que ilumina um caminho em uma noite escura, na direção daquilo em que acreditamos. E considerar a realização daquilo que temos fé, proporciona leveza, alívio... Queridos, vocês querem alívio com relação às incertezas da vida? Tenham Fé...

Fé, que requer humildade, que requer confiança, que requer entrega... Que resulta em ALÍVIO.
Vamos treinar o ALÍVIO da pressão interior, dos tensionamentos, por alguns dias? Fé meus queridos, Fé.

(quero informar a todos que sobre os posts ’aprendendo a nadar I e II’, logo chegarão o III e o IV. Com eles o quebra cabeças será facilmente montado)

Um abraço carinhoso, do amigo Lucius Augustus, IN