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Dessa vez vai ser diferente (Resoluções II)


O ano novo é como uma gigantesca segunda feira. Momentos para os quais lançamos nossas metas de resolução, edificação e efetivação do que nos importa, como a barriguinha adquirida nos comes e bebes do final de semana, que precisa...zapt... Sumir.

Iniciamos um novo ano, e com ele uma expectativa de melhores momentos, de esperança, de otimismo.  E sendo uma enorme segunda feira, já estamos no tempo de realizarmos nossas definições.

Xiii... Mas essa história já é conhecida... A lista das resoluções parece única, simples e não há dúvida que cumpriremos todos os itens. Ou será que há duvidas?

Via de regra, nossas listas se transformam em tentativas de promessa cada vez mais potentes: “não! Dessa vez será diferente!! Vou realizar cada item, “TIM TIM por TIM TIM”.

Ok, não duvido... Mas sei que é difícil, e, por isso mesmo, resolvi participar contigo da realização do que importa para você, potencializando suas chances de ir até o fim em cada item da lista.

Vejamos o que pode nos ajudar:

- As metas precisam ser realizáveis, viáveis, realistas;
- Cumpri-las precisa ser gostoso, e não uma obrigação;
- Elas serão frutos conquistados ao longo de 2012, então curta a viagem;
- Afaste de você cobranças, imposições... Sem pressão, ok?;
- Versatilidade e flexibilidade são suas aliadas... Sem rigidez, ok?
- Lembre-se da importância que você deu para que um item fosse escolhido.

Os primeiros passos sempre são os mais difíceis, mas é da nossa natureza mais íntima: persistir. Então dê os primeiros passos, só isso. Naturalmente você andará, correrá e terá êxito com suas definições.

Torço por você. Acredito em você . Acredite em você, você também!
(só os primeiros passos, ok?)

Um grande abraço, do amigo Lucius Augustus, IN.


Não Fui Eu! (Resoluções I)

Há pessoas do tipo “o que houve?” e há pessoas do tipo “o que posso fazer?”.

O primeiro tipo de pessoa não faz a pergunta errada e o segundo tipo, a pergunta certa. Via de regra o que define não é o certo ou o errado e sim a adequação à necessidade do momento.

Mas o tipo de pergunta chama à atenção, não chama? Uma quer saber a respeito do evento, outra quer saber o que pode fazer sobre o evento. Entre ser um “fazedor” e um "olhador”, o que você prefere?

Um afogamento: a primeira chega, e curiosa, se juntando a outras pessoas, olha o salva vidas socorrendo o afogado e dispara: “o que aconteceu?”... Na mesma situação, o salva vidas, embora não tenha perguntado , agiu como se tivesse: “o que posso fazer a respeito?”... e agiu.

Uma olha, pergunta, comenta; outra olha, pergunta, age. Ok, qual é a mais adequada à situação?

Elevador lotado e um fino assovio anuncia a quase imediata odorização de”#@*!#”  no apertadíssimo espaço...  Você está lá... qual pergunta você fará? Que tipo de pessoa você prefere ser? A “ o que houve?” ou a “ o que posso fazer?” ... Ok, ok... Nessa você apenas salta no próximo andar... Mas a atitude por si já não carrega a resposta à pergunta “o que posso fazer?”?

Qual delas você é?

Mais importante: qual delas você quer ser?

Resolução de ano novo em curso: “EU SEREI, MAIS,   UM_____________” (“fazedor” ou “olhador”)

Ate breve, seu amigo, Lucius Augustus, IN