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Quer sentir alívio agora? Uma questão de Fé

A fé nos convida a acreditar naquilo que não está realizado, às vezes no improvável, às vezes até no impossível.  Trata-se de uma atitude. A fé requer humildade, a humildade que identifica a própria ignorância e sua frágil condição.

Sem a humildade, há a arrogância de considerar a não-fé, de propor a dúvida, de propor  a necessidade de comprovação para que a fé seja validada. Se a comprovação valida a fé, a fé não existe mais, não é? Como teremos fé em um fato realizado? Nós temos fé sem provas, por entrega, por humildade. Compreende?

Assim como a humildade, tão importante é a confiança. Sabe a confiança que existe entre duas pessoas que se estimam, digamos , entre dois amigos?  Basicamente essa classe de confiança, no mínimo.

Como um amigo pode ter certeza de que o outro é ‘honestamente sincero’? Tendo certeza... Simples assim. Como é possível provar, ou demonstrar a existência dessa sinceridade? Não é possível. Se o amigo puser à prova a sinceridade do seu amigo, é como se deixasse de ser o amigo, pois partiria da dúvida e da desconfiança dele. Seria o mesmo que aniquilar o que se quer provar, demonstrar. Confiança... Requer um tanto de entrega.

A fé é como um farol que ilumina um caminho em uma noite escura, na direção daquilo em que acreditamos. E considerar a realização daquilo que temos fé, proporciona leveza, alívio... Queridos, vocês querem alívio com relação às incertezas da vida? Tenham Fé...

Fé, que requer humildade, que requer confiança, que requer entrega... Que resulta em ALÍVIO.
Vamos treinar o ALÍVIO da pressão interior, dos tensionamentos, por alguns dias? Fé meus queridos, Fé.

(quero informar a todos que sobre os posts ’aprendendo a nadar I e II’, logo chegarão o III e o IV. Com eles o quebra cabeças será facilmente montado)

Um abraço carinhoso, do amigo Lucius Augustus, IN

Aprendendo a Nadar (parte II)

Bem, recapitulando o que apresentei no “Aprendendo a Nadar (Parte I)”, expus algumas idéias sobre o suave e harmonioso fluir da vida, e propus três exercícios:

1) Relaxar e se deixa conduzir (abrir mão do controle);
2) Perceber sua confiança (paz decorrente da confiança na vida);
3) Reconhecer o valor e a importância de alguns elementos de sua vida (reconhecimento e gratidão).

Aprender a nadar nas águas da Vida Verdadeira só é difícil por força de hábito. É de nossa natureza a união com a vida, sem resistências e tensionamentos, e é nesse aspecto que reside a saúde integral e a conseqüente paz e felicidade.

Houve um momento na vida de cada pessoa que a impressão de instabilidade e insegurança se tornaram fortes, gerando um intenso desejo de preservação do prazer, e medo do sofrimento (ausência do prazer). Essas ilusões foram se intensificando e pelo movimento de causas e feitos, compondo um complexo sistema de reação do ego aos estímulos da vida. A repetição construiu o hábito.

A vida é sustentada por uma Lei Divina, portanto uma Lei Ordenada, favorável à nossa paz e ao nosso contentamento. Para que você retorne àquela segurança original, se desvencilhando das mentiras e ilusões, o que proponho hoje é que observe em sua vida duas vidas: a vida “que é” e a vida “que deveria ser”.

Muito de nosso esforço resulta do desejo de controlar a vida, para produzir a “vida que deveria ser”. 

Pense em quantas vezes os fatos se aproximaram de suas expectativas, que o que desejou se realizou, por quanto tempo você se sentiu em paz e feliz, até se sentir incompleto novamente? Por quanto tempo segurança e estabilidade acompanharam o prazer da satisfação de um desejo?

Aposto que em suas reflexões você concluirá que nas muitas vezes que se moveu tentando realizar a “vida que deveria ser”, experimentou o prazer da satisfação dos desejos, mas que em todas, o prazer diminuiu e logo deu lugar á insatisfação e à necessidade de controle, não é mesmo?

A Vida é, não o que achamos que nos realiza, mas uma condução perfeita que efetivamente nos realiza. Precisamos tão somente aceitar a “vida que é” e confiar em sua condução. Não buscar em projeções a garantia de nossa segurança e de nossa estabilidade, mas viver exatamente agora, por meio da gratidão e da confiança

Proponho que hoje, em complemento aos exercícios de ontem você treine a cessação da luta (só hoje, vamos lá!): relaxa e permita que suas perspectivas se aprofundem. Não combata, não lute, apenas se entregue ao momento e atue suavemente, para viver o momento.

Se entregue ao momento, aceite o que se apresenta – o que está acontecendo – sem luta, sem combate, sem resistências. Apenas se entregue verdadeiramente ao momento e viva-o. Diga para você: ”agora viverei a vida que É e confiarei na vida, não necessito de garantias!”

Este é um movimento simples e ousado. Os resultados são incríveis.

Um grande abraço, do amigo Lucius Agustus, IN

Aprendendo a Nadar (parte I)


Pela manhã, tomando um café na padaria, ouvi em algum local próximo, uma música animada, melodia conhecida, mas que antes não havia dado atenção. Fazendo algum esforço para ouvir, fiquei surpreso com o refrão. Acompanhe:

“E deixa a vida me levar (Vida leva eu!) / Deixa a vida me levar (Vida leva eu!)/ Deixa a vida me levar (Vida leva eu!)/  Sou feliz e agradeço/ Por tudo que Deus me deu...” ( Deixa a Vida Me Levar, Zeca Pagodinho)

Santa paçoquinha! Alguém entendeu uma parte importante da mensagem! E certamente quer zerar o karma!

Ele não tem a gana de controlar tudo, se permite fluir com o fluir da própria vida, confia na vida (“Vida leva eu!”), que é o mesmo que dizer que ele confia em Deus, ou na Razão que rege Tudo e Todas as Coisas e ainda por cima experimenta felicidade e gratidão!

No refrão de uma música bem conhecida, dicas despretensiosas de como zerar o karma... Não é mesmo surpreendente?

Você pode até conhecer a música... Pode apreciar a letra... Até aí, nenhum segredo. Mas considerar que a letra da música contém algo praticável para que você possa viver em paz e feliz, e ainda por cima com grandes chances de liquidar seu karma? Muito bom para uma segunda-feira bem cedinho, não é?

Vejamos: uma das causas de grande sofrimento psicológico é a tentativa contumaz de tentar controlar a vida, o que produz ansiedade, medo, stress, muita, muita tensão, e às vezes, quando é verificado que há aspectos que simplesmente não podem ser controlados, indignação, ingratidão, rejeição da vida, ira, e, no mínimo frustração.

Confiar na vida (Deus, Razão, como queira chamar) nem pensar, não é? O sujeito só se sente seguro e estável se perceber claramente que têm “as coisas” sob controle (entenda “coisas” como fatos, pessoas, sentimentos, posses, status, futuro etc.)

Gratidão? Eventualmente. O sentir que falta algo, que não está completo, que precisa conquistar mais alguma coisa, move, não move? Dói, mas move. Por isso a gratidão é tão ameaçadora ao ego: a falta de reconhecimento que produz a gratidão é uma das fontes dos desejos, e estes são outra importante causa dos sofrimentos humanos.

Vamos fazer algo bem interessante nesta segunda-feira: cante o refrão desta música em sua mente, e assimile cada uma das idéias que comentei. Basicamente, 03 serão as ações para que você se sinta muito bem: 1) relaxar e se sentir seguro ao ser conduzido pela vida (só hoje, ao menos); 2) Perceber a confiança depositada na vida, e que você NÃO está só; 3) prestar atenção em você, nas pessoas e nas coisinhas que compõem sua vida, e reconhecer o valor de algumas.

Topa? Excelente:
1)    Relaxa e se deixa conduzir
2)    Perceba sua confiança (é bom, não?)
3)    Reconhecer o valor e a importância de alguns elementos de sua vida.

Temos um acordo? Viva!!! Você está para experienciar algo muito bom... Preste atenção na figura deste post, pois quero transmitir uma idéia composta com ela. E até amanhã de manhã.

Um abraço de Gratidão por você fazer parte da minha vida, Lucius Agustus, IN.

AGORA, tudo começa (que bom!)


Há uma grande diferença entre adquirir conhecimento do ato de aprender. Precisamos do conhecimento para a vida; a linguagem, a escrita, o ofício que exercemos etc., considere você esquecendo onde é a sua casa por não possuir o conhecimento correspondente... hehehe... assustador!

Quando falo sobre o ato de aprender, me refiro à disposição e a abertura de acolher, assimilar, compreender e atuar no agora, sem preconceitos ou valores rígidos.

Tentar compreender a vida só com o conhecimento adquirido é como viver o presente com os olhos do passado, afinal os filtros de compreensão do presente são baseados nas velhas crenças, nos conhecimentos já adquiridos... O que há de novo?

Para compreendermos a vida, necessitamos aprender a cada instante sobre ela; mas não com olhos do passado. A aventura de assimilar a vida a cada momento é um dos modos de resgatar o prazer de viver. O Entusiasmo resulta da motivação de sentir a vida pulsar em nós e nos mover de instante a instante (agora).

Renovação total... Sai o velho, entra o novo: vamos substituir os móveis que estão na nossa cabeça e redecorar os ambientes mentais. Isso pode significar um renascimento... neste exato momento.

Você está se sentindo “mais ou menos”, sem grandes motivações, o desânimo e o stress estão te atormentando? Agora, neste exato momento, respire profundamente, olhe ao redor, e sinta que tudo desse momento em diante será novo. Agora não é um meio e nem um fim; é apenas o começo...

Abraço, do amigo
Lucius Augustus, IN.

Vamos conferir a resposta?



A humildade é uma aliada muito eficaz quando se trata de viver no sentido de zerar o karma. A humildade, enquanto disposição de aprender precisa ser autêntica para o justo aproveitamento das oportunidades que estão diante de nós.

Quando você se relaciona com uma pessoa, em uma conversação, digamos, no trabalho, ao comunicar algo, normalmente você espera um retorno, certo? Uma devolutiva, um sorriso, um aceno de cabeça, uma afirmação, uma pergunta, uma opinião etc.

Mas existe um gabarito, uma espécie de composição mental que você carrega, e esta composição gera opiniões e bloqueios à humildade e o consequente aprendizado verdadeiro. Não há o vazio, a folha em branco que absorve em forma de aprendizado.

Como quando o sujeito sai do cinema e afirma categoricamente: “esperava mais desse filme”, ou até “não era como eu esperava”. Então o sujeito foi ao cinema  para conferir se o roteiro, se o filme combinava com suas idéias preestabelecidas? Já havia um filme na cabeça, caso contrário não haveria elemento de comparação. Entendem?

Considere que o filme é uma situação do dia a dia, uma interação, um relacionamento, você pode carregar uma resposta, uma idéia prontinha a respeito, e mesmo que se disponha a aprender, não haverá significativo aprendizado. (menos ainda para liquidar o karma)

Treinar “eu não sei” é a pedida da vez. Não quer dizer não pensar ou não ter opiniões. Quero comunicar que quando o sujeito se sente como aquele que “não sabe”, há o vazio a ser preenchido na mente, há aprendizado. Mas não se preocupe: não se trata dos seus “saberes”, trata-se, acima de tudo, dos significados atribuídos à questão.

Vamos conversar sobre algum assunto? Sinto que não sei. Acolherei o que você comunicar, com interesse e disposição. A vida fica mais leve, desse modo.

Topa experimentar por um período do dia?

Abraço do amigo Lucius Augustus, IN.


Convite às Possibilidades

Você é uma pessoa sensata, coerente. E, como tal, tem opiniões, certo? Certo.

Alguma vez você já se envolveu em algum conflito ou desentendimento ou mesmo ficou com “algo entalado na garganta”, por um choque de opiniões, ou por não ter recebido o reconhecimento para o destaque que considerou que sua opinião
merecia?

Você já sentiu frustração por perceber que muitos são os que, ao seu redor, estão mais dispostos a ensinar, opinar, palpitar, do que aprender, ouvir e
se interessar?

Que tal, por um dia, apenas um dia somente, para experienciar algo... inusitado?

Considerar que todos, mas todos mesmo são iluminados? É exatamente isso: TODOS são Iluminados... meeenos... Você.

São de uma sabedoria fora do comum... Estes seres não têm nada a aprender. Com você é diferente, afinal ELES são os iluminados, não você. Você não sabe nada.

Que tal? Topa? TODOS são iluminados... Menos você, ok? Este é o acordo- por um dia.

Neste dia, cada pessoa com quem você se conectar tem algo a te ensinar: você viverá um dia inteirinho sabendo que nada tem a ensinar, somente a aprender, pois é o único não-iluminado.

Não dá uma tremenda curiosidade de saber como você reagirá? Como será que você vai se sentir? O que você aprenderá? Quanta coisa que já passou despercebida, agora que tudo é novidade, você perceberá?

Vamos?

Abraço, do seu amigo

Lucius Augustus, IN