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Posso passar a vez?


E falando em pensamento, imagine se Deus chegasse até você e dissesse “Hoje, você terá o Poder de Redefinir sua realidade de acordo com aquilo que pensar.”

“Agora estou encrencado!”, você pode pensar...

Opa, opa... Já está definindo a sua realidade, heim? Mas tudo bem é uma exceção educativa. Qual a “encrenca” de possuir um Poder desses? A de ser capaz de criar realidade.

Problemas basicamente são situações que rejeitamos. O fato pode existir, mas a experiência de realidade na qual está inserido o fato depende do que pensamos: quanto mais rejeitamos, pior o problema parece ser.

Boa notícia: o inverso também é verdade. Se aceitarmos que estes fatos existem, e como partes da vida trazem em si oportunidades de aprendizado; se rejeitarmos menos os problemas e pensarmos com suavidade e aceitação, nossa experiência de realidade será menos estressante e de menor sofrimento.

Ah sim, quase me esqueci de contar: você já tem o Poder de Redefinir sua realidade... A todo tempo.

Abraço, do amigo Lucius

Redefinindo seus momentos


O que podemos considerar como o motor que gera nossas ações – o que falamos e o que fazemos- além do que sentimos? O pensamento.

O que você sente é resultado do que pensa. O que fala e faz, igualmente. O que você quer que origine o que você sente, o que fala e faz: pensamentos negativos ou pensamentos positivos?

Quer sentir aperto, ansiedade, indignação, descontentamento? Pense negativamente. Quer se sentir disposto, otimista, seguro, tranquilo? Nem preciso dizer, não é?

Muito bem, o que fazer se pensamos o tempo todo, e se, ao menos inicialmente, é inevitável ter pensamentos negativos?  Decidimos o que fazer com eles.

Percebeu que o que está povoando sua mente é negativo? Ótimo! Decida o que quer fazer com ele: conservá-lo, analisá-lo ou simplesmente substituí-lo por um positivo?

E, se estiver com dificuldades em substituir, como este é um treinamento em início, simplesmente ignore-o. Foque no seu momento presente e ignore o pensamento negativo. Com a prática você terá facilidade para substituir.

Sinta-se bem agora. Não espere chegar o depois. Pense positivamente. Aja. Viva.

Abraço, do amigo Lucius.

Me engana que eu gosto


Por qual motivo não identificamos muitos dos nossos deslizes, das repetições de erros?

Porque quanto mais familiarizados nós estamos com alguma coisa, menos percebemos esse “alguma coisa”. Acostumamos-nos a ver as coisas, não como elas são, mas como achamos que elas deveriam ser.

Consequências? Muitas. Desde efeitos imperceptíveis até efeitos, digamos, tempestuosos.

Esse é um fato que se revela, por exemplo, na “indiferença à desgraça”. Nos acostumamos com alguma coisa, e pronto: incorporamos à nossa estrutura de normalidade (sério? Normalidade?!)

Então não tenha tanta certeza sobre suas “certezas”. Seja curioso, reflita, observe, saia da repetição, do mecanizado e dinamize sua percepção, pondere, contextualize (o contexto informa muito).

O que achamos que é a nossa realidade já é uma recriação que ocorre em nossas mentes, por meio do significado que damos a tudo, e as nossas certezas ainda geram a nossa relação com essa realidade.

Entendi... entendi porque o ‘bebum’, noutro dia estava discutindo algo com um poste, e também porque meu amigo começou a brigar com o locutor esportivo durante a transmissão de um jogo, embora o que estivesse diante de nós era tão somente uma TV.

Você concorda, discorda... tem certeza?

Abraços
Lucius Augustus, IN

A bagagem esta Pesada? Jogue fora (parte II)


Veja só, querida amiga e amigo estimado, seja lá o que for que você tenha vivido no seu passado, seja lá o que tenha acontecido de grave, doloroso, terrível, por mais absurdo e abominável que tenha sido, por mais detestável que tenha sido, é só passado.

Passou. Acabou.

Não é fácil aceitar, mas passou.  Não é mais verdade. É uma mentira. Não existe mais. Acabou. A mente pode lhe pregar uma peça ao tentar demonstrar, provar até, que nada passou, que ainda é verdade, mas, não é verdade!

Se nesse ponto você afirma, "Lucius, mas eu ainda tenho as cicatrizes..."  Ou "eu ainda sofro conseqüências daquilo que vivi”, ou “você diz que acabou que não é mais verdade, porque você não viveu o que vivi”.

Juro que sei como é. Já senti muita dor em velhas feridas, em cicatrizes de antigos ferimentos. Derrubei tantas lágrimas entre soluços de dor intensa, por traumas passados. Sei o que é acreditar em uma mentira e achar que ela ainda existe, que é presente, que é verdade.

Eu sentia a dor, acreditava que o passado estava vivo, gerara comportamento e relações baseadas nisso, porém o passado estava morto.

E eu carregava nas costas aquele fétido cadáver inútil...

A lei do karma se encarregou, sem que eu precisasse me preocupar como, de alinhar àquele momento, que era somente uma imagem do passado, os efeitos de que eu necessitava para continuar minha marcha evolutiva.

Amigos, vocês sofrem por causa do passado?

Joga fora esse cadáver, pois o mal cheiro é compartilhado por seu comportamento.  Você sofre e sente, e pode até estimular o que quem você estima sente.

Você sofre com o que seu passado gerou? Esta é a referência adotada para uma atitude transformadora???  Ah, estamos chegando a algo legal aqui...

A lei do karma, alinhando efeitos as suas causas, requer tão somente quatro coisas:

(1) que sejamos a experiência do que foi vivido, incorporada em nossa estrutura (que a gente nem percebe, e já está incorporada);

(2) viver o presente com a disposição de aprendermos a lidar com os efeitos do que foi colocado em movimento, no momento real: o AGORA;

(3) exercitar a fé na Lei do Karma, que se subordina a outras Leis Universais e com toda certeza sabe muito mais do que nós, e do que nós precisamos, (mesmo que não concordemos com ela às vezes)

(4) Jogue fora o cadáver, e todo o lixo acumulado ao longo da caminhada. Peso desnecessário. O que precisamos, ou já somos, ou pela própria Lei, recebemos.

Por fim, amigos, com convicção eu afirmo como um especialista em karma:

Agora, este exato momento, é toda a verdade que você vive, e você tem competência e condições de viver essa verdade.

Acredite na sua realização,
Seu amigo,
Lucius.

A bagagem esta Pesada? Jogue fora! (parte I)


Todo o meu respeito pela história de cada pessoa... Somos a última página da grande obra de nossa Existência, como último efeito de nossas causas, e o início da página seguinte da causa que somos, de todos os efeitos futuros.

Assim, nesta vida, escrevemos mais um tomo, mais um volume de nossa obra...  e tem mais:

Olha, que exatamente hoje, por meio de nossas ações, já estamos escrevendo algumas linhas em páginas de outros tomos, de outras vidas, de outros
dramas, outras tragédias, outras comédias... mesmo sem saber, somos grandes  roteiristas, escritores do “destino”... a Lei do Karma vai nos direcionando
e redirecionando enquanto não assimilamos os procedimentos...

O karma, como Lei Real, se encarrega dessa justíssima distribuição de causas  e seus respectivos efeitos. E nós nos encarregamos de colocar causas em movimento, embora muitas vezes, sem as quais passaríamos muito bem (afinal, o livre arbítrio é livre e arbitrário!). Uma dessas causas é carregar  cadáveres.

“Como é Lucius Augustus? Cadáveres?”

Isso aí... Entendeu certo. Concordo que não é algo agradável, mas é fato que carregamos coisa morta, pesada, com cheiro ruim... E a parte mais grotesca dessa ação é que muitos desejam compartilhar esses cadáveres com quem amam.

Vejamos: por meio da rememoração, trazemos a tona e revivemos eventos pesados, lembranças que se travestem de comportamento mais uma vez, e com estes reviveres desnecessários nós nos relacionamos, interagimos  com as pessoas queridas. Ou seja, nossas relações são condicionadas, muitas vezes, pela rememoração, como se aquele peso morto fosse a realidade do momento. ECA!!!!

Vamos refletir um pouco sobre isso e voltaremos a tratar desse assunto daqui a pouco.

Abraços,
Do amigo Lucius

Com quem você pensa que está falando?




Quem de nós já não se viu em discussões, que se tornaram acaloradas até, pelo menos... humm... digamos, um zilhão de vezes?

E presenciamos outras tão ou mais acaloradas, e muitas vezes por motivos banais (na maioria das vezes... ou quase em todas... 99 em 100, Ok?).

O curioso é que no meio de uma discussão, às vezes até esquecemos o porquê da discussão, e passa a ser apenas e tão somente uma batalha de opiniões: quem tem razão? Qual opinião será validada? Quem vencerá a batalha pelo justíssimo motivo, que é... que é... bem, continuemos.

Casais discutem, pais e filhos, amigos, companheiros de caminhada. O sujeito, cheio de motivos, frequentemente sente, embora muitas vezes nem se dê conta disso: “Não arredo o pé até fulano concordar comigo ou admitir minha opinião”.

Quantas discussões, e quanto mal estar.

Você fica feliz da vida quando discute? Fala sério... Você pode me dizer com toda firmeza: Lucius, depois do calor da discussão eu saio realizado, com um quentinho gostoso no peito, com uma sensação de plenitude... pois imperou minha opinião"... Bem... Como tudo é possível, não descarto... Este texto talvez não seja para você... ou talvez seja, de todo modo... Mas, continuando...

Muitas vezes sou questionado sobre o que fazer para não ter discussão, para não haver orgulho ferido, arrogância, contrariedade, discordância. Respondo sempre: “o que importa mais: se sentir bem ou validar sua opinião?”, “sua opinião ou sua paz?”.

Achei outro artifício, e é disso, em essência que quero tratar neste texto: o que você quer ser agora? Eu escolhi ser um “abobrão”. Exatamente, você leu isso mesmo! Assumi, hoje, que sou uma grande abóbora...

...afinal, você já viu uma abóbora nervosa, estressada, querendo ter razão? Imagina a cena: o “abobrão”, olhando de cima e dizendo ”Você sabe com quem está falando?”. Hilário! O “abobrão” fica lá... sentindo aquela brisa... tomando um solzinho... relaxando ... numa boa!!!

Hoje eu escolhi ser um “Abobrão”. E você, o que escolhe ser somente por hoje?

... e vale lembrar que... para zerar o karma, é preciso conservar-se em paz!

Abraços...
Lucius

E Renato Russo cantava “Temos nosso Próprio tempo”

Já notou como o tempo passa rápido? Já virou lugar-comum ouvir algo como “puxa, e o fim de ano já esta ai!!!! como o tempo passa rápido, não?". Podemos falar dos vários tempos, com destaque para o tempo cronológico - aquele do relógio - e o tempo psicológico - aquele que a gente sente mais curto numa festa e mais longo numa fila de supermercado. Mas não vamos tratar disso nesse post.

Não, não... O tempo passa rápido? É isso tio Lucius Augustus? Não Amigão, é você que está muito ocupado com seus assuntos na vida, que não percebe... “a-pró-pria-vi-da”.

Como assim, o que quero dizer com isso? Simples: segunda-feira, semana que começa, compromissos, afazeres, rotina, final de semana...

Passou... Segunda-feira, semana que começa, rotina... Tudo sempre tão igual. Até quem tem um tempinho para assistir TV, reconhece que “jaaa é final de ano?”.

É, amigas e amigos, há concentração no trabalho, concentração nos estudos, concentração nos afazeres, concentração no entretenimento... e vai-se vivendo, vivendo, sem perceber... Envelhece e morre... A vida passa e a gente nem percebeu.

Mas não é assim mesmo que se vive, Lucius?

Não queridos amigos. Não precisa ser assim. A concentração é fantástica, quando associada à percepção consciente. Desse modo, a vida mecanizada, robotizada, eficiente em suas engrenagens, mecanismos, escolhas inconscientes, concentração mecânica, atenção desatenta, pode ser substituída por uma vida dinâmica, viva, colorida, pulsante, plena de percepção, de movimento, de liberdade, de responsabilidade e atuação conscientes, a cada pulsação, a cada inspiração!

A vida é muito mais sublime do que podemos imaginar, mas geralmente precisamos ser altamente impactados para sairmos – e pelo susto - da vida mecanizada.

O que te faz feliz? Sério mesmo, seriíssimo: o que você realmente sente que te fará feliz?

Respire profundamente, sinta o ar plenamente em seus pulmões... uma respiração gostosa. Se pergunte: o que você verdadeiramente quer colher?

Já sentiu? Já sabe? Então plante!!! Tudo é possível. A vida é um milagre maravilhoso e TODAS as possibilidades são suas.

Ótima terça-feira a todos,
Lucius Augustus

Tente Outra Vez

Este é um momento de retomada, de reinício.

Por qual motivo, justamente, este momento? Por que, não ontem e nem amanhã? Porque é exatamente Agora que você esta percorrendo estas linhas; é justamente neste momento, neste solene momento, que você pode dizer "eu sinto, eu quero, eu consigo, eu persevero!".

Parafraseando Raul seixas em sua música ‘tente outra vez’, é com disposição e coração acelerado que eu afirmo: levante sua Mão sedenta e recomece a andar, pois nada acabou, e queira... Deseje profundamente, que você será capaz de sacudir o mundo.

Me animo ao lhe dizer que se há vida, há possibilidades. E todas as possibilidades são suas. TODAS!

Levante sua cabeça, e mesmo com pernas trêmulas, ande; com mãos trêmulas escreva as linhas da sua vida.

Acredite: tudo pode ser além do que já é. Há milhões e milhões de mundos e vidas, e nos costumamos a olhar basicamente para a nossa, como se fosse o único mundo, a única realidade. Mas não é. Pense nisso.

Se você quer transformar a sua vida, tendo a causalidade (lei do karma) como aliada, considere as infinitas possibilidades e amplie seu mundo em sua mente (isso mesmo! É onde tudo começa neste plano). Esta é sua tela, seu caderno, sua prancheta, seu mármore. É ai que a sua Obra de Arte começa.

Então, vamos em frente?

Que sua segunda-feira seja espetacular,

Do amigo,
Lucius Augustus, IN

Mudar vale a pena!

Amigas e amigos, Alguém cuida de nós!!!!!

Muitas vezes crescer significa mudar e mudar, de algum modo, se traduz em riscos,  uma passagem do conhecido para o desconhecido.
Da medo e é desconfortável.

Muitas vezes mudar significa abertura de espaços
reorganização, movimento.  A vida, com graça e leveza se encarrega do que não percebemos,
nossa felicidade é certa, podem acreditar!

Acreditar é o que precisamos p/ podermos sair do lugar.

 Ótima terça-feira a todos,
 Abraço, Lucius Augustus