Showing posts with label opiniao. Show all posts
Showing posts with label opiniao. Show all posts

Vamos conferir a resposta?



A humildade é uma aliada muito eficaz quando se trata de viver no sentido de zerar o karma. A humildade, enquanto disposição de aprender precisa ser autêntica para o justo aproveitamento das oportunidades que estão diante de nós.

Quando você se relaciona com uma pessoa, em uma conversação, digamos, no trabalho, ao comunicar algo, normalmente você espera um retorno, certo? Uma devolutiva, um sorriso, um aceno de cabeça, uma afirmação, uma pergunta, uma opinião etc.

Mas existe um gabarito, uma espécie de composição mental que você carrega, e esta composição gera opiniões e bloqueios à humildade e o consequente aprendizado verdadeiro. Não há o vazio, a folha em branco que absorve em forma de aprendizado.

Como quando o sujeito sai do cinema e afirma categoricamente: “esperava mais desse filme”, ou até “não era como eu esperava”. Então o sujeito foi ao cinema  para conferir se o roteiro, se o filme combinava com suas idéias preestabelecidas? Já havia um filme na cabeça, caso contrário não haveria elemento de comparação. Entendem?

Considere que o filme é uma situação do dia a dia, uma interação, um relacionamento, você pode carregar uma resposta, uma idéia prontinha a respeito, e mesmo que se disponha a aprender, não haverá significativo aprendizado. (menos ainda para liquidar o karma)

Treinar “eu não sei” é a pedida da vez. Não quer dizer não pensar ou não ter opiniões. Quero comunicar que quando o sujeito se sente como aquele que “não sabe”, há o vazio a ser preenchido na mente, há aprendizado. Mas não se preocupe: não se trata dos seus “saberes”, trata-se, acima de tudo, dos significados atribuídos à questão.

Vamos conversar sobre algum assunto? Sinto que não sei. Acolherei o que você comunicar, com interesse e disposição. A vida fica mais leve, desse modo.

Topa experimentar por um período do dia?

Abraço do amigo Lucius Augustus, IN.


Convite às Possibilidades

Você é uma pessoa sensata, coerente. E, como tal, tem opiniões, certo? Certo.

Alguma vez você já se envolveu em algum conflito ou desentendimento ou mesmo ficou com “algo entalado na garganta”, por um choque de opiniões, ou por não ter recebido o reconhecimento para o destaque que considerou que sua opinião
merecia?

Você já sentiu frustração por perceber que muitos são os que, ao seu redor, estão mais dispostos a ensinar, opinar, palpitar, do que aprender, ouvir e
se interessar?

Que tal, por um dia, apenas um dia somente, para experienciar algo... inusitado?

Considerar que todos, mas todos mesmo são iluminados? É exatamente isso: TODOS são Iluminados... meeenos... Você.

São de uma sabedoria fora do comum... Estes seres não têm nada a aprender. Com você é diferente, afinal ELES são os iluminados, não você. Você não sabe nada.

Que tal? Topa? TODOS são iluminados... Menos você, ok? Este é o acordo- por um dia.

Neste dia, cada pessoa com quem você se conectar tem algo a te ensinar: você viverá um dia inteirinho sabendo que nada tem a ensinar, somente a aprender, pois é o único não-iluminado.

Não dá uma tremenda curiosidade de saber como você reagirá? Como será que você vai se sentir? O que você aprenderá? Quanta coisa que já passou despercebida, agora que tudo é novidade, você perceberá?

Vamos?

Abraço, do seu amigo

Lucius Augustus, IN

Com quem você pensa que está falando?




Quem de nós já não se viu em discussões, que se tornaram acaloradas até, pelo menos... humm... digamos, um zilhão de vezes?

E presenciamos outras tão ou mais acaloradas, e muitas vezes por motivos banais (na maioria das vezes... ou quase em todas... 99 em 100, Ok?).

O curioso é que no meio de uma discussão, às vezes até esquecemos o porquê da discussão, e passa a ser apenas e tão somente uma batalha de opiniões: quem tem razão? Qual opinião será validada? Quem vencerá a batalha pelo justíssimo motivo, que é... que é... bem, continuemos.

Casais discutem, pais e filhos, amigos, companheiros de caminhada. O sujeito, cheio de motivos, frequentemente sente, embora muitas vezes nem se dê conta disso: “Não arredo o pé até fulano concordar comigo ou admitir minha opinião”.

Quantas discussões, e quanto mal estar.

Você fica feliz da vida quando discute? Fala sério... Você pode me dizer com toda firmeza: Lucius, depois do calor da discussão eu saio realizado, com um quentinho gostoso no peito, com uma sensação de plenitude... pois imperou minha opinião"... Bem... Como tudo é possível, não descarto... Este texto talvez não seja para você... ou talvez seja, de todo modo... Mas, continuando...

Muitas vezes sou questionado sobre o que fazer para não ter discussão, para não haver orgulho ferido, arrogância, contrariedade, discordância. Respondo sempre: “o que importa mais: se sentir bem ou validar sua opinião?”, “sua opinião ou sua paz?”.

Achei outro artifício, e é disso, em essência que quero tratar neste texto: o que você quer ser agora? Eu escolhi ser um “abobrão”. Exatamente, você leu isso mesmo! Assumi, hoje, que sou uma grande abóbora...

...afinal, você já viu uma abóbora nervosa, estressada, querendo ter razão? Imagina a cena: o “abobrão”, olhando de cima e dizendo ”Você sabe com quem está falando?”. Hilário! O “abobrão” fica lá... sentindo aquela brisa... tomando um solzinho... relaxando ... numa boa!!!

Hoje eu escolhi ser um “Abobrão”. E você, o que escolhe ser somente por hoje?

... e vale lembrar que... para zerar o karma, é preciso conservar-se em paz!

Abraços...
Lucius